“I ECO ROCKFLORIPA”

15 07 2008

Dia 04 de julho, foi realizado no Restaurante Fratellanza em Florianópolis o “I
Eco Rock”, promovido pelo músico Nando Dias com apoio do Instituto Ambiental
Ecosul, Fundação Estadual do Meio Ambiente, Primer TV, Ponto Comunicação,
Rochelle, Henrique Ortiga Produções entre outros. O evento celebrou a união
entre a música POP local e organizações e ativistas ambientais e de defesa dos
direitos dos animais de Florianópolis. Foram distribuídas mudas de árvores
nativas, material informativo do Ecosul e WSPA, projetados vídeos com temas
ecológicos e de bem estar-animal e coletadas assinaturas para o abaixo-assinado
pelo reconhecimento pela ONU da Declaração Universal do Bem Estar Animal.

Vista do público do evento


Vista da entrada do Fratellanza
 
Músico Nando Dias no palco

Nando Dias e banda recebem do Ecosul o OLA-Observador da Legilação Animal
 
 Distribuição de mudas de árvores nativas aos interessados Kiko Ortiga(à dir.), Marciano que coletou as assinaturas para a Declaração Universal do BEA(centro) e o Biólogo
 
Luiz Fontanela, presidente do Ecosul
(esq.)





WSPA em Mianmar

5 06 2008

A WSPA foi única organização convidada por Mianmar para ajudar os animais do
país. Trabalhará em conjunto com a ONU para amenizar efeitos do Ciclone Nargis.
Uma equipe da WSPA que avalia as necessidades dos animais e presta ajuda em
casos de desastre recebeu em dia 23 de maio, permissão para entrar em Mianmar e
começar a dar assistência aos animais dos quais as comunidades locais tanto
dependem. A equipe conta com cinco veterinários. A WSPA entregou 31 toneladas
de ração, que foi recebida pela FAO.
Com base nas estatísticas da ONU, do governo de Mianmar e da WSPA, estima que 48
milhões de animais possam ter sido mortos pelo ciclone – número equivalente ao
da população humana do país. Os animais sobreviventes ficarão cada vez mais
suscetíveis à fome e a doenças. Tudo isso coloca os seres humanos em risco,
pois muitos desses animais vivem perto das pessoas em ambientes insalubres e
propícios a doenças.
O desastre matou muitos animais de tração (1 em cada 5), necessários para arar
os campos de arroz – base da alimentação local. A WSPA estima que o impacto a
longo prazo de se perder esses animais de tração é que milhares de hectares de
terra não serão arados, deixando milhões de pessoas famintas
Para o Diretor de Gerenciamento de Desastres da WSPA, Philip Russell, a relação
homem-animal é evidente:
– A morte de um número tão grande de animais será catastrófico para a população
humana. Evitar a morte dos animais ajudará as pessoas a sobreviver e a se
recuperar mais rapidamente. Liberar o acesso para nossos veterinários
especializados em casos de desastres é fundamental quando os animais estão
sofrendo e precisando de alimento, abrigo e cuidados veterinários.

Experiência recente da WSPA em assistência em desastres:
- Tsunami (Sri Lanka, Índia e Tailândia)
- Vulcão (Indonésia, Peru, Equador e Colômbia)
- Terremoto (Paquistão)
- Enchentes (Argentina e Bangladesh. Neste último foram alimentados 60.000
animais e ajudadas 20.000 famílias)
A Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) é a maior federação de
organizações de bem-estar animal do mundo, representando mais de 900 afiliadas
em 153 países. Através de trabalhos de campo, campanhas, trabalho legislativo,
educação e programas de treinamento, a WSPA luta para criar um mundo onde o
bem-estar animal importe e a crueldade para com os animais tenha fim.





TRANSGÊNICOS, ISOPOR/EPS/POLIESTIRENO, EXPERIMENTOS COM ANIMAIS

30 05 2008

O Idec e outras entidades da sociedade civil entregaram documento à ONU
apontando falta de ação do governo brasileiro em relação a plantios ilegais e
ausência de estudos sobre os riscos do milho transgênico.

O governo brasileiro foi denunciado em 13/05 ao Comitê de Cumprimento do
Protocolo de Cartagena da ONU, durante reunião sobre biossegurança na Alemanha,
por descumprir o tratado ao não adotar medidas para evitar riscos à
biodiversidade e à saúde humana no Brasil.

Outro motivo da denúncia foi a falta de exigência, por parte do governo
brasileiro, de estudos sobre o impacto do milho transgênico no meio ambiente.

Para as organizações, o comportamento do governo brasileiro representa riscos
para o planeta, por se tratar de um país com grande biodiversidade e por ser um
grande exportador de alimentos.
A denúncia se baseia em dados da Anvisa e do Ibama, e pede a suspensão das
decisões que liberaram o plantio comercial de milho transgênico no país. As
organizações solicitam também que o Comitê receba as informações e documentos
oficiais, analise e notifique o Brasil sobre o descumprimento das normas.

EXPERIMENTOS COM ANIMAIS – Fonte: Boletim Ciência Hoje
O projeto de lei que regulamenta o uso de animais em experimentos científicos
foi aprovado por unanimidade na Câmara dos Deputados na terça, 20 de maio. A
lei será agora submetida a voto no Senado.
Se for aprovada, anulará as leis municipais propostas em cidades como Rio e
Florianópolis para impedir a pesquisa com cobaias.

ISOPOR/EPS/POLIESTIRENO – Fonte: UOL Ciência e Saúde
Segundo a Associação Brasileira do Poliestireno Expandido (Abrapex), foram
produzidas 55 mil toneladas do material no Brasil em 2007 e outras 2 mil
toneladas foram importadas junto a equipamentos eletrônicos e diferentes bens
trazidos do exterior.

Estima-se que somente 5 mil toneladas recebam o destino adequado, apesar de ser
totalmente reciclado. Os principais entraves para que o produto não acabe
flutuando nos rios, entupindo bocas-de-lobo ou sobrecarregando os aterros
sanitários são a falta de conscientização da população – que coloca o material
no lixo comum – e as características físicas do isopor – leve e volumoso -, que
dificultam seu armazenamento e transporte. Nos aterros sanitários o isopor
funciona como um isolante, dificultando a degradação do lixo orgânico e a
expulsão dos gases resultantes da decomposição.

Em São Paulo, o quilo do EPS limpo é de R$ 0,40 – R$ 3 a menos do que o quilo do
alumínio e R$ 0.80 mais barato do que o quilo do PET.

Depois de limpo, o isopor é encaminhado para a Pró-Eco (
http://www.proeco.org.br ), única recicladora totalmente dedicada ao EPS no
Brasil. Há um ano e meio no mercado, a empresa desenvolveu uma tecnologia que
retira o oxigênio do material, diminuindo seu volume.

Sem oxigênio, o EPS passa a ser uma massa compacta, que depois é novamente
transformada em grãos e encaminhada para a fabricação dos mais diferentes
produtos, como rodapés, molduras, porta-retratos, cabides e réguas. No primeiro
mês da ação, foram recolhidos 1.523 quilos de isopor. Atualmente, a média é de
4.273 quilos por mês.