O Idec e outras entidades da sociedade civil entregaram documento à ONU
apontando falta de ação do governo brasileiro em relação a plantios ilegais e
ausência de estudos sobre os riscos do milho transgênico.
O governo brasileiro foi denunciado em 13/05 ao Comitê de Cumprimento do
Protocolo de Cartagena da ONU, durante reunião sobre biossegurança na Alemanha,
por descumprir o tratado ao não adotar medidas para evitar riscos à
biodiversidade e à saúde humana no Brasil.
Outro motivo da denúncia foi a falta de exigência, por parte do governo
brasileiro, de estudos sobre o impacto do milho transgênico no meio ambiente.
Para as organizações, o comportamento do governo brasileiro representa riscos
para o planeta, por se tratar de um país com grande biodiversidade e por ser um
grande exportador de alimentos.
A denúncia se baseia em dados da Anvisa e do Ibama, e pede a suspensão das
decisões que liberaram o plantio comercial de milho transgênico no país. As
organizações solicitam também que o Comitê receba as informações e documentos
oficiais, analise e notifique o Brasil sobre o descumprimento das normas.
EXPERIMENTOS COM ANIMAIS – Fonte: Boletim Ciência Hoje
O projeto de lei que regulamenta o uso de animais em experimentos científicos
foi aprovado por unanimidade na Câmara dos Deputados na terça, 20 de maio. A
lei será agora submetida a voto no Senado.
Se for aprovada, anulará as leis municipais propostas em cidades como Rio e
Florianópolis para impedir a pesquisa com cobaias.
ISOPOR/EPS/POLIESTIRENO – Fonte: UOL Ciência e Saúde
Segundo a Associação Brasileira do Poliestireno Expandido (Abrapex), foram
produzidas 55 mil toneladas do material no Brasil em 2007 e outras 2 mil
toneladas foram importadas junto a equipamentos eletrônicos e diferentes bens
trazidos do exterior.
Estima-se que somente 5 mil toneladas recebam o destino adequado, apesar de ser
totalmente reciclado. Os principais entraves para que o produto não acabe
flutuando nos rios, entupindo bocas-de-lobo ou sobrecarregando os aterros
sanitários são a falta de conscientização da população – que coloca o material
no lixo comum – e as características físicas do isopor – leve e volumoso -, que
dificultam seu armazenamento e transporte. Nos aterros sanitários o isopor
funciona como um isolante, dificultando a degradação do lixo orgânico e a
expulsão dos gases resultantes da decomposição.
Em São Paulo, o quilo do EPS limpo é de R$ 0,40 – R$ 3 a menos do que o quilo do
alumínio e R$ 0.80 mais barato do que o quilo do PET.
Depois de limpo, o isopor é encaminhado para a Pró-Eco (
http://www.proeco.org.br ), única recicladora totalmente dedicada ao EPS no
Brasil. Há um ano e meio no mercado, a empresa desenvolveu uma tecnologia que
retira o oxigênio do material, diminuindo seu volume.
Sem oxigênio, o EPS passa a ser uma massa compacta, que depois é novamente
transformada em grãos e encaminhada para a fabricação dos mais diferentes
produtos, como rodapés, molduras, porta-retratos, cabides e réguas. No primeiro
mês da ação, foram recolhidos 1.523 quilos de isopor. Atualmente, a média é de
4.273 quilos por mês.

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