TRANSGÊNICOS, ISOPOR/EPS/POLIESTIRENO, EXPERIMENTOS COM ANIMAIS

30 05 2008

O Idec e outras entidades da sociedade civil entregaram documento à ONU
apontando falta de ação do governo brasileiro em relação a plantios ilegais e
ausência de estudos sobre os riscos do milho transgênico.

O governo brasileiro foi denunciado em 13/05 ao Comitê de Cumprimento do
Protocolo de Cartagena da ONU, durante reunião sobre biossegurança na Alemanha,
por descumprir o tratado ao não adotar medidas para evitar riscos à
biodiversidade e à saúde humana no Brasil.

Outro motivo da denúncia foi a falta de exigência, por parte do governo
brasileiro, de estudos sobre o impacto do milho transgênico no meio ambiente.

Para as organizações, o comportamento do governo brasileiro representa riscos
para o planeta, por se tratar de um país com grande biodiversidade e por ser um
grande exportador de alimentos.
A denúncia se baseia em dados da Anvisa e do Ibama, e pede a suspensão das
decisões que liberaram o plantio comercial de milho transgênico no país. As
organizações solicitam também que o Comitê receba as informações e documentos
oficiais, analise e notifique o Brasil sobre o descumprimento das normas.

EXPERIMENTOS COM ANIMAIS – Fonte: Boletim Ciência Hoje
O projeto de lei que regulamenta o uso de animais em experimentos científicos
foi aprovado por unanimidade na Câmara dos Deputados na terça, 20 de maio. A
lei será agora submetida a voto no Senado.
Se for aprovada, anulará as leis municipais propostas em cidades como Rio e
Florianópolis para impedir a pesquisa com cobaias.

ISOPOR/EPS/POLIESTIRENO – Fonte: UOL Ciência e Saúde
Segundo a Associação Brasileira do Poliestireno Expandido (Abrapex), foram
produzidas 55 mil toneladas do material no Brasil em 2007 e outras 2 mil
toneladas foram importadas junto a equipamentos eletrônicos e diferentes bens
trazidos do exterior.

Estima-se que somente 5 mil toneladas recebam o destino adequado, apesar de ser
totalmente reciclado. Os principais entraves para que o produto não acabe
flutuando nos rios, entupindo bocas-de-lobo ou sobrecarregando os aterros
sanitários são a falta de conscientização da população – que coloca o material
no lixo comum – e as características físicas do isopor – leve e volumoso -, que
dificultam seu armazenamento e transporte. Nos aterros sanitários o isopor
funciona como um isolante, dificultando a degradação do lixo orgânico e a
expulsão dos gases resultantes da decomposição.

Em São Paulo, o quilo do EPS limpo é de R$ 0,40 – R$ 3 a menos do que o quilo do
alumínio e R$ 0.80 mais barato do que o quilo do PET.

Depois de limpo, o isopor é encaminhado para a Pró-Eco (
http://www.proeco.org.br ), única recicladora totalmente dedicada ao EPS no
Brasil. Há um ano e meio no mercado, a empresa desenvolveu uma tecnologia que
retira o oxigênio do material, diminuindo seu volume.

Sem oxigênio, o EPS passa a ser uma massa compacta, que depois é novamente
transformada em grãos e encaminhada para a fabricação dos mais diferentes
produtos, como rodapés, molduras, porta-retratos, cabides e réguas. No primeiro
mês da ação, foram recolhidos 1.523 quilos de isopor. Atualmente, a média é de
4.273 quilos por mês.





III Seminário de Zoonozes, Bem Estar Animal e Educação Humanitária

24 09 2007

Foi um grande sucesso o III Seminário de Zoonozes, Bem Estar Animal e Educação
Humanitária ocorrido dia 15 de setembro de 2007 no Auditório Antonieta de
Barros da Assembléia Legislativa de SC. Participaram cerca de 200 pessoas dos
estados Sul e SP.
Profissionais da área bio-médica/veterinária-ambiental, professores,
profissionais ligados ao comércio, a administração, do serviço público, da área
do jornalismo, empresários, estudantes, aposentados, entre outros. Todos na
busca de um relacionamento mais ético para com os seres vivos que nos
acompanham. Claro que muitos são técnicos que atuam na área. Mas numa nova
mentalidade – o de compreender que o ser humano não pode viver isolado, apesar
de hegemônico neste momento da história planetária. Um destaque especial aos
sensíveis e conscientes para com a causa animal que com seu alto grau de
altruísmo doam parte de seu tempo voluntariamente para minorar o sofrimento
animal.
O lado triste foi a norte da cadela Dalila ,notícia que chegou no final da
jornada. Que isto nos sirva de exemplo; que se dê ampla notícia do caso para
que tenhamos um futuro melhor.
Um agradecimento todo especial a deputada Ana Paula Lima. Através dela pudemos
trazer palestrantes do nível programado.
Desde já começamos a preparar o IV Congresso. Contamos com a colaboração de
todos novamente. Estamos abertos a críticas e sugestões para aprimorarmos cada
vez mais este trabalho que engrandece e enobrece o ser humano.

Luiz Batista Fontanela
Presidente