LEI DE CONTOLE DE ZOONOSES E BEM ESTAR ANIMAL DE BOMBINHAS

7 12 2007

Depois de um trabalho estratégico, planejado e árduo de 4 anos, conseguimos a
aprovação na Câmara de Vereadores de Bombinhas da lei de Controle de Zoonoses e
Bem Estar Animal, a partir de um modelo elaborado pelo Ecosul, onde entre
outros dispositivos consta a proibição de apresentações artísticas e circenses
com animais.

Bombinhas é um dos principais municípios do litoral catarinense de colonização
açoriana praticante da farra do boi. O trabalho de articulação estratégica com
muitas reuniões e discussões com secretarias e prefeitos de mais de uma gestão,
contou com a participação profissional, obstinada, ativa e decisiva da parceira
e protetora Maria Cristina Brum (Tina), formada Oficial de Controle Animal no
FOCA de Curitiba e que por residir no município, se manteve à frente das
discussões e negociações com vereadores e demais administradores públicos com
poder decisório.





Curitiba tanbém proibe animais em circo

7 11 2007




Ecosul se reúne com o Juiz Zenildo Bodnar

25 10 2007

Dia 22/10 o Presidente, o Diretor Jurídico e o Coordenador de Bem estar Animal
do Instituto Ambiental Ecosul estiveram reunidos com o Juiz da Vara Federal
AmbientaI de Florianópolis Dr. Zenildo Bodnar, que concedeu a liminar para que
o Circo Stankovich continuasse usando em espetáculos a elefanta da qual foi
nomeado pelo Ibama fiel depositário. O Juiz já havia recebido informações
anteriores do Ecosul sobre os maus tratos infligidos aos animais de circos,
sobre a campanha mundial objetivando impedir circos de explorarem animais e
sobre os países, estados e municípios que já possuem leis restritivas. Na
ocasião, o Ecosul apoiou a ação do Ibama, a manutenção do macaca Nina no Zoo de
Pomerode e solicitou ao magistrado especial atenção para o caso da elefanta,
devido às diversas comprovações de maus tratos e condições inadequadas de
manutenção dos animais pelo circo em questão.

O magistrado se mostrou bastante sensibilizado, demonstrou conhecimento do
problema e se comprometeu a considerar no julgamento todos os aspectos que
envolvem a utilização de animais pelos circos, bem como se colocou à disposição
para atuar em todas as demandas relacionadas com o desrespeito aos direitos dos
animais.

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Etologia

9 10 2007

O elefante e os circos

Quem vai a um circo para se divertir não percebe o sofrimento imposto a um animal. O elefante, por exemplo, no picadeiro realiza proezas mediante recompensa ou violência de seu adestrador.

No dia a dia permanece solitário acorrentado a um palanque de mínimas dimensões, executando movimentos repetitivos com o intuito de se desestressar.

Em seu ambiente natural as manadas de elefantes viajam continuamente em busca de alimento e água. Podem comer 300 kg de folhas, frutos e raízes (arrancadas com suas presas). Podem beber 200 litros de água, sem falar no banho. Quando velhos se retiram das manadas permanecendo próximos á água onde morrem – o que dá a impressão que existem cemitérios de elefantes. O elefante indiano aceita a domesticação mais facilmente do que o elefante africano. São inteligentes o bastante para perceber uma cerca eletrificada ou até destruí-las com suas presas por saber não levarem choques elétricos, só se amedrontando com o barulho de tiros de pólvora como relatam pesquisadores destes animais. No acasalamento, a fêmea escolhe o parceiro quando se afastam da manada para o namoro que dura até 10meses. A gestação é de 21 meses (indiano) ou 24 meses (africano) e o filhote pode pesar 90 kg ao nascer. Atinge a idade reprodutiva aos 10 anos.

O movimento em defesa dos animais vem lutando para abolir o uso de animais em circos no mundo inteiro. Alguns paises, estados brasileiros e cidades de Santa Catarina já possuem leis que proíbem a utilização de animais em espetáculos circenses e muitos circos já não utilizam animais em seus espetáculos (veja relação). Uma grande quantidade de animais têm sido abandonados por circos em péssimas condições de saúde e recolhidos para zoológicos e santuários. Circo legal não tem animal. Não vá a circos que ainda exploram animais.

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Fotos – III Seminário de Zoonozes, Bem Estar Animal e Educação Humanitária

24 09 2007

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Fotos: Paulo Roberto Witoslawski 





III Seminário de Zoonozes, Bem Estar Animal e Educação Humanitária

24 09 2007

Foi um grande sucesso o III Seminário de Zoonozes, Bem Estar Animal e Educação
Humanitária ocorrido dia 15 de setembro de 2007 no Auditório Antonieta de
Barros da Assembléia Legislativa de SC. Participaram cerca de 200 pessoas dos
estados Sul e SP.
Profissionais da área bio-médica/veterinária-ambiental, professores,
profissionais ligados ao comércio, a administração, do serviço público, da área
do jornalismo, empresários, estudantes, aposentados, entre outros. Todos na
busca de um relacionamento mais ético para com os seres vivos que nos
acompanham. Claro que muitos são técnicos que atuam na área. Mas numa nova
mentalidade – o de compreender que o ser humano não pode viver isolado, apesar
de hegemônico neste momento da história planetária. Um destaque especial aos
sensíveis e conscientes para com a causa animal que com seu alto grau de
altruísmo doam parte de seu tempo voluntariamente para minorar o sofrimento
animal.
O lado triste foi a norte da cadela Dalila ,notícia que chegou no final da
jornada. Que isto nos sirva de exemplo; que se dê ampla notícia do caso para
que tenhamos um futuro melhor.
Um agradecimento todo especial a deputada Ana Paula Lima. Através dela pudemos
trazer palestrantes do nível programado.
Desde já começamos a preparar o IV Congresso. Contamos com a colaboração de
todos novamente. Estamos abertos a críticas e sugestões para aprimorarmos cada
vez mais este trabalho que engrandece e enobrece o ser humano.

Luiz Batista Fontanela
Presidente