O elefante e os circos
Quem vai a um circo para se divertir não percebe o sofrimento imposto a um animal. O elefante, por exemplo, no picadeiro realiza proezas mediante recompensa ou violência de seu adestrador.
No dia a dia permanece solitário acorrentado a um palanque de mínimas dimensões, executando movimentos repetitivos com o intuito de se desestressar.
Em seu ambiente natural as manadas de elefantes viajam continuamente em busca de alimento e água. Podem comer 300 kg de folhas, frutos e raízes (arrancadas com suas presas). Podem beber 200 litros de água, sem falar no banho. Quando velhos se retiram das manadas permanecendo próximos á água onde morrem – o que dá a impressão que existem cemitérios de elefantes. O elefante indiano aceita a domesticação mais facilmente do que o elefante africano. São inteligentes o bastante para perceber uma cerca eletrificada ou até destruí-las com suas presas por saber não levarem choques elétricos, só se amedrontando com o barulho de tiros de pólvora como relatam pesquisadores destes animais. No acasalamento, a fêmea escolhe o parceiro quando se afastam da manada para o namoro que dura até 10meses. A gestação é de 21 meses (indiano) ou 24 meses (africano) e o filhote pode pesar 90 kg ao nascer. Atinge a idade reprodutiva aos 10 anos.
O movimento em defesa dos animais vem lutando para abolir o uso de animais em circos no mundo inteiro. Alguns paises, estados brasileiros e cidades de Santa Catarina já possuem leis que proíbem a utilização de animais em espetáculos circenses e muitos circos já não utilizam animais em seus espetáculos (veja relação). Uma grande quantidade de animais têm sido abandonados por circos em péssimas condições de saúde e recolhidos para zoológicos e santuários. Circo legal não tem animal. Não vá a circos que ainda exploram animais.
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