“I ECO ROCKFLORIPA”

15 07 2008

Dia 04 de julho, foi realizado no Restaurante Fratellanza em Florianópolis o “I
Eco Rock”, promovido pelo músico Nando Dias com apoio do Instituto Ambiental
Ecosul, Fundação Estadual do Meio Ambiente, Primer TV, Ponto Comunicação,
Rochelle, Henrique Ortiga Produções entre outros. O evento celebrou a união
entre a música POP local e organizações e ativistas ambientais e de defesa dos
direitos dos animais de Florianópolis. Foram distribuídas mudas de árvores
nativas, material informativo do Ecosul e WSPA, projetados vídeos com temas
ecológicos e de bem estar-animal e coletadas assinaturas para o abaixo-assinado
pelo reconhecimento pela ONU da Declaração Universal do Bem Estar Animal.

Vista do público do evento


Vista da entrada do Fratellanza
 
Músico Nando Dias no palco

Nando Dias e banda recebem do Ecosul o OLA-Observador da Legilação Animal
 
 Distribuição de mudas de árvores nativas aos interessados Kiko Ortiga(à dir.), Marciano que coletou as assinaturas para a Declaração Universal do BEA(centro) e o Biólogo
 
Luiz Fontanela, presidente do Ecosul
(esq.)





Abaixo assinado pelo fim de animais em circo

28 06 2008

Parceiros, por favor assinem e repassem ao maior número de pessoas possível, o
abaixo assinado apoiando o fim da utilização de animais em espetáculos
circenses, no site abaixo. A sociedade precisa deixar claro que não é contra os
circos, mas repudia e exige o fim da exploração, dos maus tratos e das condições
degradantes em que vivem, são transportados e se apresentam nestes espetáculos
os animais. Quem já assinou, por favor, apenas passe adiante urgente. Quem
tiver site ou blog pode divulgar através destes.

Senhores veterinários, há um abaixo assinado exclusivo para a categoria no mesmo
site.

http://www.wspabrasil.org/circo-legal.html

No dia 10 de julho, uma audiência pública no Congresso Nacional definirá, em
grande parte, o futuro do Projeto de Lei pelo fim do uso de animais em circos no
Brasil (PL 7291/2006). Para discutir a questão estarão presentes organizações de
proteção animal, por um lado, e donos de circos com animais, por outro.

Viva o circo sem animal!





Dia do Meio Ambiente

11 06 2008

Foi um sucesso nossa participação nas atividades programadas no dia do Meio. Participamos com o Painel do Consumo Consciente, com a Lei do Esforço Útil e com a Fixação de Orquídeas. Isto no Parque Ecológico do Córrego Grande, programação da FLORAM.

No centro da cidade participamos do evento programado pelo Colégio Adventista, que foi: Trocar Nicotina por Vitamina.

A Lei do Esforço Útil, se trata de uma bicicleta ergométrica onde, ao se fazer ginástica – pedalando, gera-se energia elétrica para ascender lâmpadas e se ouvir música através de um rádio.

 

 

 

Com o filme Fulaninho - o cão que ninguém queria, as crianças apreenderam a valorizar todas as formas de vida.

 

Reintrodução de orquídeas Olho de boneca.

O Painel do Consumo Consciente permite a educação para um consumo consciente em nossas práticas diárias.

 

Uma idéia brilhante: trocar o Cigarro por uma Maçã.





A ilusão do Abrigo

10 06 2008

*Ana Lúcia Leão

Inúmeras vezes ouvimos de pessoas que acabaram de recolher um animal da rua dizer: “Ah! Se eu tivesse dinheiro para montar um abrigo!”. Fica bem claro, com este sonho, que elas nunca visitaram um, para saber a realidade.Em pouco tempo o limite anteriormente fixado é expandido. E quem pensava ter 50 animais se vê com 100, 200 para alimentar, vacinar, manter limpos, higienizar as instalações, etc. Já ouvi histórias de fortunas perdidas em sonhos de abrigo. Recentemente a de uma senhora que estava sendo obrigada a sacrificar os animais mais idosos e doentes por não poder mantê-los, mesmo em precaríssimas condições. Depois de seu patrimônio ter se acabado, passado pela fase de pedir ajuda aos amigos, depois parentes, depois aos desconhecidos, por fim a veterinários e à Proteção Animal para sacrificar os animais aos quais ela sonhou dar uma vida melhor ou salvar da morte nas ruas. 

Abrigo não é solução, é problema gerado pelo descaso social. Do lado oposto de quem sonha montar um, existe a crença das pessoas em geral de que basta pegar um animal na rua e metê-lo num abrigo para resolver o problema. Quantas vezes ouvimos “leva pra Sociedade Protetora dos Animais…” Se visitassem algum abrigo dos muitos existentes por aí, veriam a triste realidade: Dezenas, até centenas de animais se digladiando por comida, muitos doentes, e até casos de canibalismo gerados pela fome. Mas ninguém pensa em como a ”Sociedade Protetora” vai conseguir recursos.
O que a sociedade não vê, está muito claro para nós que lidamos com o problema 24 horas por dia: em vez de abrigo, dar lar transitório, uma casa de apoio. O animal é tratado, vacinado, esterilizado e doado. E isso, por vezes, demora meses.

Como doar tantos animais e os resultantes dos naturais cruzamentos, que nascem aos montes todos os dias? Como achar donos suficientes (e responsáveis ) que os adote?

Informando e educando as pessoas sobre posse responsável e fazê-las compreender que esterilizar cães e gatos (fêmeas e machos) é a única solução possível para o abandono de animais em massa com que convivemos.
Mas o que é desesperante é ver ainda veterinários aconselharem donos a deixar seus animais ter a primeira cria para só depois esterilizá-los; donos darem a desculpa de que “esterilizar faz o animal engordar” (é só continuar dando a mesma quantidade de alimento que isso não acontece ); desculpa da “falta de dinheiro ” (quando a Prefeitura e os grupos da Proteção oferecem cirurgias a baixo custo ou mesmo gratuitas ); e da anti-social indústria dos criadores.

E estas mesmas pessoas ainda têm coragem de dizer que gostam de animais, deixando nascer aqueles que serão doados para qualquer um. Ou se alimentar de lixo. Ou morrer atropelados. Talvez sarnentos, famintos, num abrigo irremediavelmente sem recursos, sem ao menos o carinho de um dono.Referências

* Ana Lúcia Leão é jornalista, membro do Fórum Nacional de Proteção e Defesa
Animal e da Cia. do Bicho: www.ciadobicho.com.br

 

 

 





WSPA em Mianmar

5 06 2008

A WSPA foi única organização convidada por Mianmar para ajudar os animais do
país. Trabalhará em conjunto com a ONU para amenizar efeitos do Ciclone Nargis.
Uma equipe da WSPA que avalia as necessidades dos animais e presta ajuda em
casos de desastre recebeu em dia 23 de maio, permissão para entrar em Mianmar e
começar a dar assistência aos animais dos quais as comunidades locais tanto
dependem. A equipe conta com cinco veterinários. A WSPA entregou 31 toneladas
de ração, que foi recebida pela FAO.
Com base nas estatísticas da ONU, do governo de Mianmar e da WSPA, estima que 48
milhões de animais possam ter sido mortos pelo ciclone – número equivalente ao
da população humana do país. Os animais sobreviventes ficarão cada vez mais
suscetíveis à fome e a doenças. Tudo isso coloca os seres humanos em risco,
pois muitos desses animais vivem perto das pessoas em ambientes insalubres e
propícios a doenças.
O desastre matou muitos animais de tração (1 em cada 5), necessários para arar
os campos de arroz – base da alimentação local. A WSPA estima que o impacto a
longo prazo de se perder esses animais de tração é que milhares de hectares de
terra não serão arados, deixando milhões de pessoas famintas
Para o Diretor de Gerenciamento de Desastres da WSPA, Philip Russell, a relação
homem-animal é evidente:
– A morte de um número tão grande de animais será catastrófico para a população
humana. Evitar a morte dos animais ajudará as pessoas a sobreviver e a se
recuperar mais rapidamente. Liberar o acesso para nossos veterinários
especializados em casos de desastres é fundamental quando os animais estão
sofrendo e precisando de alimento, abrigo e cuidados veterinários.

Experiência recente da WSPA em assistência em desastres:
- Tsunami (Sri Lanka, Índia e Tailândia)
- Vulcão (Indonésia, Peru, Equador e Colômbia)
- Terremoto (Paquistão)
- Enchentes (Argentina e Bangladesh. Neste último foram alimentados 60.000
animais e ajudadas 20.000 famílias)
A Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) é a maior federação de
organizações de bem-estar animal do mundo, representando mais de 900 afiliadas
em 153 países. Através de trabalhos de campo, campanhas, trabalho legislativo,
educação e programas de treinamento, a WSPA luta para criar um mundo onde o
bem-estar animal importe e a crueldade para com os animais tenha fim.





TRANSGÊNICOS, ISOPOR/EPS/POLIESTIRENO, EXPERIMENTOS COM ANIMAIS

30 05 2008

O Idec e outras entidades da sociedade civil entregaram documento à ONU
apontando falta de ação do governo brasileiro em relação a plantios ilegais e
ausência de estudos sobre os riscos do milho transgênico.

O governo brasileiro foi denunciado em 13/05 ao Comitê de Cumprimento do
Protocolo de Cartagena da ONU, durante reunião sobre biossegurança na Alemanha,
por descumprir o tratado ao não adotar medidas para evitar riscos à
biodiversidade e à saúde humana no Brasil.

Outro motivo da denúncia foi a falta de exigência, por parte do governo
brasileiro, de estudos sobre o impacto do milho transgênico no meio ambiente.

Para as organizações, o comportamento do governo brasileiro representa riscos
para o planeta, por se tratar de um país com grande biodiversidade e por ser um
grande exportador de alimentos.
A denúncia se baseia em dados da Anvisa e do Ibama, e pede a suspensão das
decisões que liberaram o plantio comercial de milho transgênico no país. As
organizações solicitam também que o Comitê receba as informações e documentos
oficiais, analise e notifique o Brasil sobre o descumprimento das normas.

EXPERIMENTOS COM ANIMAIS - Fonte: Boletim Ciência Hoje
O projeto de lei que regulamenta o uso de animais em experimentos científicos
foi aprovado por unanimidade na Câmara dos Deputados na terça, 20 de maio. A
lei será agora submetida a voto no Senado.
Se for aprovada, anulará as leis municipais propostas em cidades como Rio e
Florianópolis para impedir a pesquisa com cobaias.

ISOPOR/EPS/POLIESTIRENO - Fonte: UOL Ciência e Saúde
Segundo a Associação Brasileira do Poliestireno Expandido (Abrapex), foram
produzidas 55 mil toneladas do material no Brasil em 2007 e outras 2 mil
toneladas foram importadas junto a equipamentos eletrônicos e diferentes bens
trazidos do exterior.

Estima-se que somente 5 mil toneladas recebam o destino adequado, apesar de ser
totalmente reciclado. Os principais entraves para que o produto não acabe
flutuando nos rios, entupindo bocas-de-lobo ou sobrecarregando os aterros
sanitários são a falta de conscientização da população - que coloca o material
no lixo comum - e as características físicas do isopor - leve e volumoso -, que
dificultam seu armazenamento e transporte. Nos aterros sanitários o isopor
funciona como um isolante, dificultando a degradação do lixo orgânico e a
expulsão dos gases resultantes da decomposição.

Em São Paulo, o quilo do EPS limpo é de R$ 0,40 - R$ 3 a menos do que o quilo do
alumínio e R$ 0.80 mais barato do que o quilo do PET.

Depois de limpo, o isopor é encaminhado para a Pró-Eco (
http://www.proeco.org.br ), única recicladora totalmente dedicada ao EPS no
Brasil. Há um ano e meio no mercado, a empresa desenvolveu uma tecnologia que
retira o oxigênio do material, diminuindo seu volume.

Sem oxigênio, o EPS passa a ser uma massa compacta, que depois é novamente
transformada em grãos e encaminhada para a fabricação dos mais diferentes
produtos, como rodapés, molduras, porta-retratos, cabides e réguas. No primeiro
mês da ação, foram recolhidos 1.523 quilos de isopor. Atualmente, a média é de
4.273 quilos por mês.





Supermercados catarinenses terão alternativas às sacolas plásticas

20 05 2008

No prazo de três meses, dez redes de supermercados de Criciúma, Siderópolis,
Nova Veneza e Treviso (SC), deverão disponibilizar embalagens não poluentes
como alternativa às sacolas plásticas. A determinação foi firmada em um Termo
de Ajustamento de Conduta assinado entre o Ministério Público de Santa Catarina
e representantes das empresas, na última quinta-feira (15). O descumprimento
acarretará em multa diária de R$ 300 para o estabelecimento.

O promotor de Justiça Luciano Trierweiller Naschenweng considera o TAC
necessário pelos danos causados ao meio ambiente devido ao uso excessivo de
sacolas plásticas.
Ele apresenta pesquisas que apontam que 9,7% de todo lixo produzido no Brasil
constituem-se deste produto, que leva cerca de três séculos para se desintegrar
completamente e, se incinerado, libera toxinas perigosas para a saúde. Além
disso, as sacolas são uma das causas do entupimento de bueiros e córregos,
contribuindo para a ocorrência de inundações.

O Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente do MP-SC, em conjunto com as
Promotorias de Justiça, recomenda, desde novembro de 2007, a substituição das
sacolas plásticas por alternativas não poluentes a comerciantes de todo o
Estado.

Os supermercados também se comprometeram a divulgar em local visível informações
sobre os impactos que as sacolas plásticas geram no meio ambiente e a capacitar
seus funcionários para a responsabilidade ambiental.

Em dezembro de 2008, a possibilidade da substituição total das sacolas plásticas
por embalagens não poluentes - como sacolas oxi-biodegradáveis, sacolas
retornáveis, sacos de papel ou caixas de papelão - será avaliada em reunião a
ser agendada, observando-se os resultados das medidas até então adotadas. (Com
informações do MP-SC).





Instituto Ecosul celebra parceria com a Fundação Roberto Marinho

16 05 2008

O Instituto Ambiental Ecosul celebrou parceria com a Fundação Roberto Marinho e
dia 14/05/2008, recebeu das mãos de Zilda Piovesan, Coordenadora de Mobilização
Comunitária do Canal Futura para a região sul, o kit “Maleta Futura”, com
livros, revistas, folders, DVDs. e outros materiais elaborados pelo Canal
Futura, Globo Ciência, Globo Ecologia e organizações parceiras como as
Fundações Boticário e Bradesco, entre outras, que irão incrementar os projetos
educativos e sócio/ambientais que e entidade desenvolve em Santa Catarina. O
Ecosul pode também indicar outras organizações parceiras para disporem do
acervo, além de fornecer e recomendar material para compor a maleta e para
temas dos programas do Canal Futura, entre outros benefícios estabelecidos pela
parceria.





FOTO E FATO DA SEMANA

12 05 2008

Na manhã desta quinta-feira, 08.05.2008, a Polícia Militar Ambiental soltou três jacarés-de-papo-amarelo na Estação Ecológica de Carijós, Norte da Ilha de Santa Catarina.

 

Os animais encontravam-se no Centro de Triagem de Animais Silvestres da Polícia Ambiental, no Parque do Rio Vermelho, onde receberam alimentação e tratamento adequado, após terem sido capturados em Palhoça, Santo Antônio de Lisboa e outro em Jurerê, em áreas residências próximas ao mangue onde acabaram assuntando os moradores.

 

A causa dos animais deixarem o seu habitat foram as fortes chuvas que atingiram a região, provocando alagamento dos mangues e riachos.

 

Segundo o Sgtº Marcelo Duarte da Polícia Ambiental, a população não precisa ter medo dos jacarés, pois não há registro na região de ataque de jacaré-de-papo-amarelo contra as pessoas, a convivência é de absoluta paz.

 

 

 

 

Jacaré-de-papo-amarelo

 

 

Ordem: Crocodylia

Família: Alligatoridae

Nome científico: Caiman latirostris

Nome em inglês: Broad-snouted caiman

Distribuição geográfica: Leste do Brasil (do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul), Uruguai, norte e nordeste da Argentina, Paraguai e leste da Bolívia

Hábitat: Brejos, mangues, lagoas, riachos e rios

Hábitos alimentares: Carnívoro, se alimentando de peixes, aves, crustáceos e mamíferos

Reprodução: Desova entre 17 e 50 ovos por postura, que eclodem após 70 a 80 dias de incubação.

Período de vida: Aproximadamente 50 anos

 

Os jacarés, juntamente com seus primos crocodilos e aligátores, surgiram na face da Terra há pelo menos 200 milhões de anos. Contemporâneos dos grandes dinossauros, também atingiram tamanhos gigantescos. O Purussaurus brasiliensis, um jacaré que viveu a 20 milhões de anos atrás, na região onde hoje fica a Bacia Amazônica, atingia cerca de 14 metros de comprimento, rivalizando em tamanho com o famoso Tyranossaurus rex.

 

Os jacarés sempre mostraram-se muito bem adaptados às condições de vida do planeta, sobrevivendo, inclusive, aos fatores que determinaram a extinção dos dinossauros. Apenas o homem, através da caça excessiva, poluição das águas e desmatamento, conseguiu colocar em risco a sobrevivência desses animais.

 

Esse é o caso do jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris) que habita brejos, lagos, pântanos e rios desde o litoral do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul e bacias dos rios São Francisco, Paraná, Paraguai e Paraíba.

 

Apesar da ampla distribuição geográfica, o jacaré-do-papo-amarelo já esteve ameaçado de extinção em virtude da poluição de seu habitat e da caça predatória para a retirada do couro e consumo da carne. Com a proibição da caça a espécie se recuperou e não faz mais parte da lista de animais ameaçados de extinção.

 

O jacaré-do-papo-amarelo, juntamente com os outros crocodilianos, se destaca entre os répteis por apresentar cuidados com a sua prole. O macho forma um harém e após a cópula, que ocorre no verão, a fêmea constrói o ninho próximo à água usando folhas secas e fragmentos de plantas, cobrindo-o com folhas e areia.

 

Em média são postos de 25 a 30 ovos, e nesta época, a fêmea se torna mais agressiva permanecendo perto do ninho para evitar o ataque de predadores como o lagarto teiú e o quati. O sol e a fermentação dos vegetais no ninho proporcionam o calor necessário à incubação que varia de 70 a 90 dias.

 

Próximo à eclosão é possível ouvir a vocalização dos filhotes, ainda dentro dos ovos, chamando a mãe. Ela então, desmancha o ninho usando os membros anteriores e posteriores, e o focinho. Caso algum filhote tenha dificuldade ao nascer, a mãe o ajuda e posteriormente ela carrega cada um na boca até a água, cuidadosamente.

 

O macho cuida dos recém-nascidos que já estão na água e ambos os pais permanecem próximos aos filhotes, protegendo-os, ainda por um período de tempo. Apesar de toda essa proteção, os filhotes precisam se alimentar sozinhos e quando pequenos comem insetos e invertebrados.

 

Os adultos atingem até 2,5 metros de comprimento e se alimentam de caramujos, peixes, aves e pequenos mamíferos. Como todos os crocodilianos, tem uma vida longa e, provavelmente, pode ultrapassar os 50 anos de idade. Ao contrário dos mamíferos, quanto mais velho, torna-se maior e mais forte.

 

Embora os jacarés assustem as pessoas pelo seu tamanho e aspecto pré-histórico, são animais extremamente importantes para o equilíbrio ecológico, pois agem na cadeia alimentar controlando as espécies que fazem parte da sua dieta, além de controlarem a população dos caramujos transmissores de doenças, como a esquistossomose (barriga d’ água). Além disso, suas fezes servem de alimento a peixes e a outros seres aquáticos.

 

Flávio de Barros Molina

Luana Paola

Atualizado por Cybele Sabino Lisboa

Fundação Parque Zoológico de São Paulo

Setor de Répteis

www.projetobiosfera.com.br





Foto da semana

5 05 2008

Um carroceiro foi contratado para descartar entulho. O depositou à beira do rio Sertão do Pantanal. Um vizinho o advertiu. Nada adiantou. Chamou a polícia que disse não ser assunto seu. Chamou a Floram que apareceu dias depois.

De quem é a culpa: do contratado ou do contratante? … Numa época de tanto Tele Entulho que tem pela cidade.