Adoção dos cavalos
7 05 2013Comentários : Deixar um comentário »
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Respostas a algumas perguntas que vem sendo feitas
21 04 2013- O que vai acontecer agora, após a retirada dos animais do leilão?
- Como posso me candidatar a adotar os animais?
- Os animais podem ser usados para Equoterapia?
- O Ébano, tem problemas na hora de montar, impina e se assusta.
- O Valete tem problemas respiratórios e é alérgico à poeira. Precisa estar sempre em campo e pastagem para não agravar a doença.
O Sênior é um cavalo idoso. Ainda aparenta estar saudável e ativo, mas é um “senhor de idade” e precisa de cuidado diferenciado. - O Beijing é um cavalo carente e um pouco assustado. Tem problema no osso navicular dentro do casco. Para voltar ser montado precisa de uma cirurgia ou de uma ferradura especial.
- Como saber se os animais terão realmente descanso e aposentadoria?
- Quanto o adotante vai ter que pagar para receber o(s) animal(is)?
- Quanto foi arrecadado? Este dinheiro será devolvido?
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Lelão de Cavalos da Polícia Montada
14 04 2013Comentários : Deixar um comentário »
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Espécies invasivas em Santa Catarina, com foco no PAERVE – Parque Estadual do Rio Vermelho
10 04 2013Comentários : 2 Comentários »
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Ongs de defesa animal se reúnem com o Coordenador do GEDDA/MPSC
10 04 2013-
APRAP-Associação Protetora dos Animais de Palhoça.
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PATA-Protetores e Amigos Trabalhando pelos Animais.
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ACAPRA-Assoc. Catarinense de Proteção aos Animais.
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R3 Animal.
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Instituto Ambiental Ecosul.
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AMAR- Amigos dos Animais de Rua.
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Ong Hachi de Proteção Animal (de Blumenau)
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Carência de recursos.
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Falta de envolvimento e apoio do poder público e da própria sociedade.
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Excesso de demandas.
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Incompreensão de parte da sociedade.
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A Farra do Boi e a educação para valores.
10 04 2013
O primeiro Grupo de Trabalho para estudar e propor medidas para minimizar os impactos negativos da prática da farra do boi em SC foi criado pelo Governo do Estado em 16/09/1987 pela Portaria Intersetorial SEJ/SSP/SEE/SCE/PGJ/PM 01/87.
Juntamente com outros cinco ativistas da Acapra, fiz parte do grupo, e propusemos e nos colocamos como parceiros para implantar nas escolas de ensino fundamental, um programa de formação de valores voltado para o respeito a todas as formas de vida e a elaboração e distribuição de material didático alusivo ao tema.Nas áreas culturais e esportivas, sugerimos a realização de atividades como peças teatrais,gincanas, jogos abertos, concursos de desenho e redação e o resgate e a valorização das verdadeiras tradições açorianas como Boi de Mamão,Ratoeira, Pão por Deus, Terno de Reis, em processo de extinção.
Nossas propostas fizeram parte das medidas definidas no relatório final divulgado pelo Governo do Estado no inicio de 1988, mas jamais transcenderam o âmbito das intenções.
As conclusões e medidas recomendadas no relatório não foram avalizadas integralmente pelos representantes da Acapra, pois sob a justificativa de que não havia lei que a proibisse, os representantes públicos no grupo reconheciam a farra do boi como tradição cultural, admitiam sua realização em mangueirões e sua integração ao calendário de eventos de SC e recomendavam que as Polícias Civil e Militar não atuassem repressivamente, salvo situações emergenciais e excessos. A partir destas conclusões, decidimos pela tribunalização da farra do boi, até chegar ao Acórdão do STF em 1997 e seu enquadramento no ano seguinte na Lei de Crimes Ambientais 9605/98.
E diante do desinteresse estatal, iniciamos voluntariamente e com recursos próprios em
escolas de ensino fundamental interessadas, um programa de formação de valores e respeito a todas as formas de vida. Até 2012, o Ecosul desenvolveu o programa com apoio do MPSC em escolas de Itapema, Tijucas, São Francisco do Sul, Gov. Celso Ramos, Lauro Müller, Biguaçú e Florianópolis e para 2013, está programada a atuação em outras comunidades.
Consideramos importantes as ações educativas pontuais realizadas a partir de 2010 na “Operação farra do boi” durante a Quaresma, mas 26 anos após o primeiro grupo de trabalho, a história consolida nossa convicção de que a educação para valores é uma resposta ao maior problema que a humanidade enfrenta hoje, a violência. Se a partir de 1987 nossa proposta tivesse sido implantada e sistematizada no calendário letivo anual, mesmo que transversalmente, certamente hoje teríamos menos uma ou duas gerações de pessoas dessensibilizadas que manifestam sua violência e agressividade maltratando animais e humanos indefesos. E subvertendo a ordem, afrontando as instituições e incendiando ônibus!
“Na guerra contra a violência, mais importante do que soldados e policiais são os professores e educadores”
Halem Guerra Nery
*Presidente do Instituto Ambiental Ecosul
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ASCAREL em Florianópolis
10 04 2013Preocupa sobremaneira as declarações do Pres. da Fatma no Jornal do Almoço de hoje, afirmando que os riscos do óleo Ascarel que vazou de uma subestação da Celesc no Sul da Ilha não são relevantes para a saúde humana. Irresponsabilidade ou ignorância no assunto?.
O Ascarel é altamente tóxico e cancerígeno e não se decompõe jamais na natureza. Fiz parte de um grupo de trabalho da Eletrosul na década de 80, quando o uso do óleo foi proibido no Brasil, para levantar a quantidade em uso e definir sua destinação. O destino dado a todo óleo ainda usado nos equipamentos, bem como todos os objetos e equipamentos de segurança que tiveram contato com o mesmo durante sua manipulação foi lacrá-los dentro de blocos de concreto que estavam ou ainda estão depositados sob segurança no pátio de uma das usinas hidrelétricas da empresa no Paraná. Só para se ter uma idéia da gravidade do assunto, até a carroceria de um caminhão que transportou o produto foi desmontada e armazenada nos blocos de concreto por medida de segurança.
Nas décadas de 70/80, havia um grande navio chamado Volcano, não lembro de que País, que recolhia o Ascarel e seus resíduos no país que o contratasse e levava para o país de origem, onde haviam fornos de alta temperatura recomendados para queima do produto.
Portanto, comer frutos do mar em Florianópolis em entrar no mar se tornou uma roleta russa, pois não se sabe onde foram pescados e qual a dimensão e até onde o mar vai levar a contaminação.
Alguém lembra há alguns anos atrás que um dono de ferro velho em São José comprou alguns tambores com óleo e como tinha reumatismo, foi recomendado que passasse óleo mineral no corpo. Era Ascarel e a reação foi imediata na forma de chagas em todo o corpo, tal a agressividade do produto. Isto foi amplamente divulgado na imprensa. Gostaria hoje de saber o que ocorreu com aquele senhor, mas o mais provável é que tenha morrido de câncer.
Vejam algumas informações retiradas do Google.
IMPACTOS AMBIENTAIS
Os compostos organoclorados causam grandes impactos na natureza devido a três características básicas: persistência ambiental, bioacumulação e alta toxicidade. A contaminação tanto do solo como da água, ameaçando, em especial, os lençóis freáticos e a biota aquática é o principal impacto causado pelo ascarel. Ele é capaz de formar compostos altamente tóxicos, denominados dioxinas e furanos, quando exposto a elevadas temperaturas em caso de incêndios, conhecido como “poluição a quente”.
Os fenômenos de bioacumulação e biomagnificação são potencialidades que geralmente ocorrem na “poluição a frio”, que consistem na dispersão do ascarel no meio ambiente por meio de derrames ou vazamentos e que, inevitavelmente, representará risco para a saúde humana visto que o homem ocupa o topo da cadeia alimentar. Em concentrações superiores a 50 ppm (partes por milhão) de ascarel, o ambiente é considerado contaminado. O maior risco é o vazamento e contaminação, quando ocorre desmonte de equipamentos com ascarel para venda como sucata. Recentes estudos colocam os mamíferos aquáticos (focas, golfinhos, botos, baleias) entre os organismos mais vulneráveis à toxicidade crônica desses compostos organoclorados, porque, além de concentrá-los em grande quantidade, a fêmea transfere parte de sua carga ao filhote durante a gestação e a lactação.
Em 1975, o Rio Hudson, no Oeste norte-americano, foi caracterizado com sério risco ambiental devido aos níveis de PCBs em peixes acima do permitido pela legislação. Tal fato ocorreu pelos lançamentos de resíduos de PCBs emitidos pela General Electric Company utilizados como fluidos dielétricos na confecção de capacitores desde 1966. Em 1988, o fornecimento de água do Rio de Janeiro foi interrompido por dois dias quando cerca de 300 litros do produto vazaram da metalúrgica Thyssen para o Rio Paraíba do Sul.
Há cerca de cinco anos, a imprensa noticiou que cariocas de uma favela no subúrbio do Rio estavam utilizando ascarel como óleo para cozinhar. Os PCBs são classificados pela legislação brasileira como Resíduo de Classe I –Tóxico (NBR 10004). Causam câncer, afetando, sobretudo fígado, baço e rins, provocam alterações psíquicas, nos dentes, na libido e podem provocar má formação congênita. Também podem causar danos irreversíveis ao sistema nervoso. Investigações científicas de longa duração, realizadas entre os anos 60 e 80, revelaram que os PCBs e outros compostos organoclorados aromáticos são carcinogênicos poderosos e também os relacionou com um amplo conjunto de transtornos reprodutivos de desenvolvimento e do sistema imunológico.
Halem
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